O indivíduo não escolhe sua orientação sexual como uma cor de preferência, mas se reconhece nela pela manifestação do seu desejo. Na medida em que isso é compreendido há mais espaço para a convivência com as diferenças, em qualquer ambiente.

Nesta reportagem da AT Revista, do Grupo Tribuna, produzida pelo jornalista Júnior Batista, eu ressalto que as diferentes orientações precisam ser respeitadas, principalmente em sala de aula.

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